30.7.07

Solidariedade às famílias


Caminhada em homenagem as vítimas do maior acidente aéreo do país.

Milhares caminharam do Ibira até o local do acidente enquanto eram observados e aplaudidos por quem estava de fora.

No protesto havia parentes das vítimas e pessoas solidárias a elas.

Milhares de pessoas andavam, cantavam, gritavam e protestavam por respeito e justiça.

Mas há sempre alguém que se destaca...

Um detalhe que merece ser mostrado...

Um sentimento que precisa ser expressado!

Mas infelzimente numa passeata de burgueses não podia faltar o “Olhem netinhos, vovó participou de uma manifestação!” ... ... ... ...

Digo que foi uma manhã gelada, chuvosa e bastante triste...

28.7.07

As marcas da tragédia em Congonhas
"O presidente da Argentina falou primeiro que presidente Lula sobre o acidente (do avião da TAM). Lula foi falar tarde, depois que já tinham achado mais de 100 corpos. Mas também, falando ou não, nada iria mudar. Lula disse que os problemas tinham acabado e mais três aviões derraparam. Nunca mais vão acreditar nele."

Marília Bezerra, 19, já trabalhou para a TAM limpando aviões e hoje é secretária de uma ONG na favela Águas Espraiadas, que fica ao redor do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde mora com sua mãe e mais 6 irmãos há anos.

“O fato é que tem gente que só quer aparecer, como aquele prefeito... como é o nome dele... José Kassab... e o governador... aquele careca, tucano. Não fizeram nada. E não tinha o que fazer, depois de tamanha tragédia, com tantos mortos. Todo mundo já tava tostado lá.”

Regiane Oliveira, 23, dono de um bar na favela onde mora com o marido.

“Ahhh o PT fez muito bem pela gente, os pobres... A Marta falou ‘relaxa o goza’? Eu num tomei conhecimento disso não... deve ter sido brincadeira.”

Izael Ribeiro, 60, aposentado e morador da favela.

“Ouvi muitos comandantes dizerem que a pista de Congonhas escorrega mais que sabão quando chove. Mas o que não pode é fechar o aeroporto, senão a gente fica sem serviço. Também não quero ter que ir pra Cumbica.
Eu estava no aeroporto esperando o avião chegar pra eu ir limpar, aí ele passou rápido e foi embora... BUM, explodiu no prédio! Foi horrível, só lembro que na hora eu passei mal, desmaiei e acordei no ambulatório sem saber onde estava.”

Essa é uma menina hiper tímida que não sei o nome nem nada sobre ela, só que ficou nos seguindo por um bom tempo e ficou muito feliz quando pedi para fazer uma foto dela...

19.7.07

Vai amarelar, é?


Não adianta fazer bico que eu não ligo pra isso...

15.7.07

Olhar para cima...

Olhando pra baixo num mundo sem cor???

?

13.7.07

O Pan começou!!!

Aeeeeeeeeeeee!!!! Let the games begin! Rs... Estou ansiosa para td nesses jogos que, infelizmente, só poderei acompanhar pela TV... Snif...

11.7.07

Assessorar!

"Oops, gravata torta!"

8.7.07

Yes luz... No flash?

E natural!

1.7.07

Confusa clareza...


Um dia irei entender...

25.6.07

Uni duni tê!
Engravatar...

... desapego...

Melhor assim...

22.6.07

Às vezes tão só...


Há sim uma luz atrás pra nos destacar! Se ela não existisse seria apenas escurdião... Mas ainda assim... às vezes o sentimento é de estar tão só...

20.6.07

13.6.07

Sinta-se à vontade!


Mesmo que o tempo feche...

Esqueça e seja natural!


Nem venha finjindo que não é com vc!

Pq eu sempre dou um jeito de te mostrar!

8.6.07

27.5.07

22.5.07

Rústico


Acho que ele gostou...

19.5.07

Sol e chuva...


Casamento de viúva! Chuva e sol, casamento de espalhol!

15.5.07

Virada Cultural
Viram e se viram!

11.5.07

Frutos na usina
C
ortador de cana?
Não, esta é a unica usina canavieira de SP q não trabalha com cortadores de cana...Eles apenas conferem a sua qualidade antes dos caminhões levarem o resultado do corte.
São 7500 hectares, a perder de vista, apenas nas fazendas do interior paulista.

Os funcionários parecem realmente ter ótimas condições de trabalho!
A Usina São Francisco é considerada a maior usina de produção Orgânica do mundo e este é um dos idealizadores da iniciativa e donos do usina, Leontino Baldo.

9.5.07

2.5.07

Índios kuikuro


A ternura e beleza permanecem vivas independente da raça pertencente.

Independente da roupa com etiqueta...

Ou dos calçados metropolitanos...

A cultura continua viva.

Ao menos isso...